SEGURANÇA NA TOMADA DE DECISÃO

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SEGURANÇA NA TOMADA DE DECISÃO

Quando você toma uma decisão, no que você se baseia? fatos? sua experiência? na opinião dos outros? Infelizmente o mais comum no processo de tomada de decisão é fazer o que os outros dizem, ou no que lemos na internet ou jornais, ou ainda, vimos na televisão. Elas até podem ser boas fontes, mas ainda é uma experiência de segunda mão. Então vale a pergunta: O que essas fontes “fazem” para conquistar a sua confiança? O que precisa acontecer para que uma decisão seja realmente sua? Vou propor um pequeno, mas útil exercício, que vai lhe ajudar na reflexão sobre o processo de tomada de decisão.
Apanhe duas folhas de papel. Na primeira anote a sua experiência pessoal sobre a matéria em questão. Na outra escreva a opinião das outras pessoas e tudo o que você leu ou foi informado sobre o assunto. Em seguida jogue fora a segunda folha de papel e volte seus olhos para a primeira. Então, qual será a decisão? É claro, a que é a baseia na sua própria experiência. O curioso é que se você se deter na primeira folha, praticamente tudo o que você observar, também constava na folha que você descartou. O que aprendemos com isso? Para as decisões menos complexas, já possuímos as informações necessárias, razão pela qual podemos ser mais ágeis e pontuais na resposta. Não nego que decisões estratégicas exijam mais cuidado e compartilhamento, mas sem nunca desmerecer a sua própria experiência.
Outro fator importante no processo de tomada de decisão é a autoconfiança. Preste atenção em situações em que você está prestes a confessar ser incapaz de fazer algo, ou na melhor das hipóteses, não se sair bem em algo que pretenda fazer. Como você se sente em relação a esse tema? Lembre-se que você não precisa falar para si mesmo que é bom em fazer algo, mas não diga que não pode fazer isso ou que ruim naquilo. Essa simples lembrança trará mais confiança às suas decisões.
Continuando na mesma linha de pensamento, vamos analisar a “linha do tempo” no processo decisório. Praticamente todas as situações que se colocam na nossa frente, já foram vivenciadas de forma similar em algum momento da nossa vida. Relembre sua relação com os seus pais e como eles se posicionavam diante do processo decisório; seus professores, chefes, colegas e outros influenciadores da sua vida. Certamente esse aprendizado faz parte das suas crenças que se tornaram referências diante do processo de tomada de decisões.
Mas e se o medo o faz procrastinar ou ainda o “impede” de tomar as decisões necessárias no tempo saudável? Essa afirmação contém dois comportamentos indesejados, ou seja, o medo e a procrastinação. Quando o medo esta associado a um processo de prevenção e cuidado, ele tem o seu espaço, mas quando o mesmo for paralisante é patológico, podendo ser motivo de terapia. A procrastinação pode ter diversas origens, mas está muito associada a crenças, fruto de experiências passadas; e tal qual o medo, tem em um primeiro momento a sensação de precaução, mas o extremo também traz consequências negativas.
Então, diante do exposto, se você continua inseguro e deseja ser mais assertivo e decisivo; sugiro que procure um profissional de coaching, para que o mesmo lhe ajude a superar essa limitação, trazendo dessa forma mais realização e significância à sua vida. Como sempre, recomendo profissionais credenciados pela Federação Internacional de Coaching (ICF), pois desta forma você terá certeza quanto a qualificação e ética no trabalho do profissional.

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